‘Três Mulheres Altas’, clássico de Edward Albee, encerra a turnê 2025 na cidade de Ribeirão Preto.


 

As atrizes Fernanda Nobre, Ana Rosa e Helena Ranaldi. estrelam a montagem que já passou por 18 cidades, acumula indicações a prêmios e já foi assistida por mais de 100 mil espectadores.

 

 

Dirigida por Fernando Philbert, a peça — que rendeu o Prêmio Pulitzer ao autor — traz uma comédia mordaz que reflete sobre a passagem do tempo por meio de um acerto de contas entre três gerações.

Escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90, ‘Três Mulheres Altas’ logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor – A peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice.

Após passar por dezoito cidades e ter mais de 100 mil espectadores na plateia, a peça chega a Ribeirão Preto/SP para duas apresentações nos dias 12 e 13 de dezembro, sexta e sábado às 20h, no Theatro Pedro II.

Dirigida por Fernando Philbert, a nova versão da peça que traz no elenco Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre, tem tradução de Gustavo Pinheiro e produção da WB Entretenimento de Bruna Dornellas e Wesley Telles.

O espetáculo é apresentado pela Bradesco Seguros, através da Lei Rouanet.

Em seu quarto ano consecutivo em cartaz, o espetáculo segue colecionando plateias lotadas e reconhecimento por onde passa. Nesse percurso a montagem recebeu indicações a grandes prêmios, como: Cesgranrio, Bibi Ferreira e Cenym.

SINOPSE

Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C.

A mais velha (Ana Rosa), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Helena Ranaldi), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia.

A mais jovem, C (Fernanda Nobre), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas.

Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento.

‘O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta. Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos’, analisa o diretor Fernando Philbert.

A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994. Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça. Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos diálogos e comprovam a extrema atualidade do texto de Albee.

Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros

Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social.

Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderela”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Concerto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”. Informações: www.bradescoseguros.com.br/circuito_cultural A trajetória de um clássico instantâneo Escrita em 1991 e lançada em 1994, ‘Três Mulheres Altas’ representou uma virada na trajetória de Edward Albee, que recebeu as suas melhores críticas e viu renascer o interesse por sua obra. Aos 60 anos, ele ganhou o terceiro Prêmio Pulitzer, além de dois Tony Awards e uma série de outros troféus em premiações mundo afora.

A peça tem características autobiográficas e foi escrita pouquíssimo tempo depois da morte da mãe adotiva do autor, que teria inspirado a personagem mais velha. Após abandoná-la aos 18 anos, Albee voltou a ter contato com a mãe em seus últimos dias, quando já estava doente de Alzheimer.

No entanto, alguns especialistas em sua obra defendem que a peça não pode ser reduzida a este fato. ‘Três Mulheres Altas’ vai além de ser um retrato de sua mãe.

O texto traz o olhar mordaz e perverso – por que não dizer cômico – de Albee para a classe média alta americana e toda a sua hipocrisia, ao falar sobre status, sucesso, sexo e abordar a visão preconceituosa da sociedade e as relações que as três mulheres travam com o mundo, sempre atravessadas pelo filtro machista.

‘Três Mulheres Altas’ estreou na Broadway em 1994, no Vineyard Theatre, e no mesmo ano chegou ao West End, em Londres, no Wyndham’s Theatre, além de iniciar uma turnê pelos Estados Unidos com a montagem americana e render versões na Espanha (‘Tres mujeres altas’) e Portugal. Em 2018, o texto foi remontado na Broadway, com direção de Joe Mantello (‘Wicked’, ‘Take me out’, ‘Assassins’) e estrelado por Glenda Jackson, Laurie Metcalf e Alison Pill.

No Brasil, a peça foi dirigida por José Possi Neto, em 1995, e recebeu os prêmios APCA e Mambembe de Melhor Espetáculo. Sobre Edward Albee Edward Albee morreu em 2016 aos 88 anos e deixou um imenso legado para o teatro americano com suas 25 peças encenadas e publicadas. Autor de clássicos como ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?’, ‘Zoo Story’, ‘Equilíbrio Delicado’ e ‘Três Mulheres Altas’, ele recebeu três vezes o Prêmio Pulitzer. Seus textos são marcados por um olhar sarcástico e por uma crítica intensa às convenções e hipocrisias da sociedade tradicional. Nascido em 1928, ele foi adotado por Reed e Frances Albee, um casal de milionários dono de uma cadeia de teatros na época. Ele cresceu em um bairro de classe média alta cercado dos tipos que iria retratar em seus espetáculos anos mais tarde. Em torno dos 20 anos, sai da casa dos pais definitivamente para viver em Nova York e inicia a sua produção literária. Em 1957, ao escrever ‘The Zoo Story’, peça de um ato que ecoava o teatro de Samuel Beckett, Jean Genet e Harold Pinter, Albee encontra a consagração inicial de sua exitosa carreira teatral. Em 1962, estreia ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf’, que o levaria ao auge da fama. Nos anos 90, ‘Três Mulheres Altas’ marca seu retorno ao centro das atenções do cenário teatral nesta que é talvez a mais pessoal e autobiográfica de suas peças. “A estreia mundial de “Três Mulheres Altas” aconteceu no Teatro Inglês de Viena, Franz Schafranek, Produtor, junho de 1991. A primeira produção americana foi da River Arts, Woodstock, Nova York, Lawrence Sacharow, diretor de teatro. A peça teve sua estreia em Nova York no Vineyard Theatre. Elizabeth I. McCann, Jeffrey Ash, Daryl Roth em associação com Leavitt/Fox/Mages apresentaram a produção do Teatro Vineyard no setor Off-Broadway no Teattro Promenade em Nova York.

FICHA TÉCNICA TRÊS MULHERES ALTAS

Direção: Fernando Philbert

Com: Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre Tradução: Gustavo Pinheiro

Direção de Produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles

Produtora Executiva: Clarice Coelho

Gestão Administrativa: Deivid Andrade

Participação Especial: João Sena

Desenho de Luz: Vilmar Olos

Cenografia: Natália Lana

Trilha Sonora: Maíra Freitas

Figurino e Visagismo: Tiago Ribeiro

Assistência de Direção: João Sena Fotos: Pino Gomes

Criação da Arte: Nós Comunicação

Vídeos: Stone Art Films

Assistente de Interpretação: Gutenberg Rocha

Cenógrafa Assistente: Marieta Spada

Assistente de Cenografia: Malu Guimarães

Cenotécnico: André Salles e equipe

Costura de Cenário: Nice Tramontin

Produção de Arte: Natália Lana

Efeitos Especiais: Mona Magalhães / Carlos Alberto Nunes

Costura: Ateliê das Meninas

Beleza: Cinthia Rocha

Peruqueira: Emi Sato

Assistentes de Beleza: Deborah Zisman e Blackjess

Técnico de Som: Erique Luna

Técnico de Luz: Bernardo Amorim

Diretor de Palco: Lucia Martiusso

Camareira: Silvia Oliveira

Ponto Eletrônico: Gutenberg Rocha

 

Assessoria de Imprensa: Gestão de Mídia: R+ Marketing Motion Design: JL Studio

Marketing Digital: Válvula Marketing

Designer Gráfico: Alana Karralrey e Jhon Lucas Paes

Gestão de Comunicação: Ismara Cardoso

Gestão de Tráfego: Válvula Marketing

Coordenação Administrativa: Vianapole Arte e Comunicação

Assistente de Produção: Guilherme Balestrero

Assessoria Jurídica: Maia, Benincá & Miranda Advocacia

Assessoria Contábil ES: Gavacon Contabilidade

Assessoria Contábil SP:

Real Time Contabilidade

Produção Local e Assessoria de Imprensa:

Veiga Produções Apresentado por: Ministério da Cultura e Bradesco Seguros

Produção: WB Produções

Realização: WB Entretenimento

 

SERVIÇO:

Três Mulheres Altas, de Edward Albee

Com Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre

Dia: 12 e 13 de dezembro, sexta e sábado

Horário: 20h

Local: Theatro Pedro II

Endereço: R. Álvares Cabral, 370 – Centro, Ribeirão Preto – SP, 14010-080

INGRESSOS: ​

PLATEIA A R$ 200,00 inteira e R$ 100,00 meia-entrada

PLATEIA B e FRISA R$ 180,00 inteira e R$ 90,00 meia-entrada

BALCÃO NOBRE R$ 120,00 inteira e R$ 60,00 meia-entrada

Balcão nobre – fundo R$ 50,00 Inteira Popular e R$ 25,00 meia-entrada popular

BALCÃO SIMPLES R$ 50,00 Inteira Popular e R$ 25,00 meia-entrada popular

VENDAS ON-LINE: Site: megabilheteria.com

MAIS INFORMAÇÕES:

wbproducoes.com Gênero: Comédia Dramática

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 100 minutos

Capacidade do teatro: 1.075 lugares

ACESSIBILIDADE:

O teatro possui acessibilidade para PCD, com espaços adequados no ambiente do teatro.

Teremos intérprete de libras em todas as apresentações.

O programa do espetáculo será disponibilizaso em Braile

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